quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Como surgiu o Dia da criança

O Dia das Crianças no Brasil foi "inventado" por um político. O deputado federal Galdino do Valle Filho teve a idéia de criar um dia em homenagem às crianças na década de 1920.




Na década de 1920, o deputado federal Galdino do Valle Filho teve a idéia de "criar" o dia das crianças. Os deputados aprovaram e o dia 12 de outubro foi oficializado como Dia da Criança pelo presidente Arthur Bernardes, por meio do decreto nº 4867, de 5 de novembro de 1924.



Mas somente em 1960, quando a Fábrica de Brinquedos Estrela fez uma promoção conjunta com a Johnson & Johnson para lançar a "Semana do Bebê Robusto" e aumentar suas vendas, é que a data passou a ser comemorada. A estratégia deu certo, pois desde então o dia das Crianças é comemorado com muitos presentes!



Logo depois, outras empresas decidiram criar a Semana da Criança, para aumentar as vendas. No ano seguinte, os fabricantes de brinquedos decidiram escolher um único dia para a promoção e fizeram ressurgir o antigo decreto.

A partir daí, o dia 12 de outubro se tornou uma data importante para o setor de brinquedos.



Em outros países



Alguns países comemoram o dia das Crianças em datas diferentes do Brasil. Na Índia, por exemplo, a data é comemorada em 15 de novembro. Em Portugal e Moçambique, a comemoração acontece no dia 1º de junho. Em 5 de maio, é a vez das crianças da China e do Japão comemorarem!



Dia Universal da Criança



Muitos países comemoram o dia das Crianças em 20 de novembro, já que a ONU (Organização das Nações Unidas) reconhece esse dia como o dia Universal das Crianças, pois nessa data também é comemorada a aprovação da Declaração dos Direitos das Crianças. Entre outras coisas, esta Declaração estabelece que toda criança deve ter proteção e cuidados especiais antes e depois do nascimento.

Livrinho

Lindo texto de Mary França e Eliardo França.


DICA: Faça um Livrinho com a turma para trabalhar na Primavera ou Dia dos Animais. Que tal usar os dedinhos para carimbar e fazer as ilustrações? Ótima idéia também para trabalhar diversidade em sala de aula.

O CARACOL



1ª Página



O Caracol viu uma Joaninha.

A Joaninha passou voando.

O Caracol falou:

- Ah! Eu não posso voar...





2ª Página

O Caracol viu um grilo.

O Grilo passou pulando.

O Caracol falou:

- Ah! Eu não posso pular...





3ª Página

O Caracol viu uma cigarra.

A Cigarra passou cantando.

O Caracol falou:

- Ah! Eu não posso cantar...





4ª Página

O Caracol viu um Vagalume.

O Vagalume passou iluminando.

O Caracol Falou:

- Ah! Eu não posso iluminar.





5ª Página

O Caracol Viu Uma Formiga

A Formiga passou ligeira.

O Caracol Falou:

- Ah! Eu não sou ligeiro assim.





6ª Página

- Mas vejam só!

Falou o Caracol.

- Eu Tenho Casa Para Morar!

Projeto Semana da Pátria

Projeto Semana da Pátria






Projeto: Semana da Pátria



Título: Independência - Conquista de Cidadania que se Faz a cada Momento



Período: 02 a 06 de setembro



Justificativa:



É preciso trabalhar a Semana da Pátria com os alunos, levando-os a conhecer os problemas sociais, econômicos e políticos que constituem obstáculos e dificuldades para o engrandecimento do nosso país, bem como as grandes realizações, marcos da nossa história, a fim de proporcionar-lhes maior compreensão, amor e espírito de luta pelo Brasil.



Objetivos:



Despertar o amor à sua pátria, valorizar e respeitar os símbolos nacionais;



Despertar, através da reflexão, a consciência sobre os deveres para com o patrimônio escolar, valor e respeito aos colegas, professores e demais funcionários;



Incentivar o amor à Pátria;



Cantar e interpretar o Hino Nacional;



Conhecer e localizar os Estados, capitais e suas respectivas siglas trabalhando no mapa do Brasil.



Conhecer as diversidades naturais e políticas do Brasil através de Bancos de Dados;



Conhecer a realidade, político-econômica e social que vivemos, redescobrindo a cidadania e resgatando os valores éticos e morais.



Desenvolvimento:



1º dia- Abertura - 07:00 h - hasteamento da Bandeira Nacional ao som do Hino Nacional - Direção;



Paródias - Pátria;



Trabalhar o Hino Nacional - Ilustração e significado das palavras desconhecidas;



Confecção de murais; a escola será ornamentada com trabalhos dos alunos;



17:00 h - descimento da Bandeira Naconal.



2 ºdia - Sala de Informática: - Interpretação do Hino Nacional - Microsoft Word;



Sala de Aula - Trabalhar os símbolos da pátria - pesquisa, desenho, produção de texto, acróstico, poesia.



3º dia- Sala de Informática - Trabalhar o mapa do Brasil - Estados, capitais e suas respectivas siglas- Microsoft Excel;



Sala de Aula - Trabalhar as diversidades das regiões do Brasil com dados de: população, área, hidrografia, relevo, vegetação e clima;





4º dia - Sala de Informática - Símbolos da Pátria - Microsoft Power Point, Paint;



Sala de Aula - Confecção de mapas: país, Minas Gerais, Pedra Azul e Localização







Cidadania - a importância de votar





5º dia- Sala de Informática - dados do Brasil - Microsoft Excel



Sala de Aula - Produção de Texto - Sugestões de temas:



Brasil sempre Brasil;

A pátria se constrói;

Brasil, terra que eu amo;

Independência não se faz num dia, mas a cada momento;

Por que gosto do Brasil;

Brasil mostre a sua cara.

Outras Atividades:



Concurso do Hino Nacional - Paródia;

Coro falado;

Slogan;

Poesias;

Danças;

Interpretação e apresentação de músicas sobre o Brasil;

Interpretação de textos;

Confecção de faixas;

Palavras cruzadas;

Caça-palavras;

Charge;

Seminário;

Debates.

Sugestões para Debates:



O que é ser patriota hoje no Brasil?;

Cidadania - como colocá-la em prática?;

Como vive a maioria dos brasileiros?;

A falta de patriotismo dos políticos brasileiros;

A importância do voto.

Obs.: Os professores escolherão dentre as sugestões dadas, trabalhos que melhor adaptem à série e turma que lecionam. No término da semana, apresentarão números de sua coordenaçDeverão comunicar com antecedência à comissão organizadora.



Consolidação ou culminância:



Passeata Cívica;



Desfile Cívico;





Jogos - sob coordenação da professora de Educação Física (organizar torneios ou gincana).



Recursos da Informática Utilizados:



Microsoft Word

Paint

Microsoft Power Point

Microsoft Excel

Recursos Humanos:



Todos os professores;

Voluntários;

Todas as turmas do Ensino Fundamental;







Fonte: Almenara NTE MG 12









projeto Semana da Pátria

terça-feira, 24 de novembro de 2009

1 Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.
2 E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
3 E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
4 O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.
5 Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;
6 Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;
7 Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
8 O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;
9 Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos;
10 Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado.
11 Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.
12 Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido.
13 Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.
http://www.bibliaonline.com.br/acf/1co/131 Coríntios 13
O professor e suas ações
Passado o processo de formação pedagógica a qual é submetido o novo docente, é chegado o momento da prática no sentido integral da função docente. Evidentemente, recaí sobre os ombros do novo professor a responsabilidade de formar e preparar mentes jovens através do conhecimento adquirido junto a sua graduação. Em primeira instância, o profissional exerce a ação/função de lecionar e é responsável por todo conteúdo e didática exposta para um melhor aproveitamento de seus alunos. Cabe ao agora educador adequar seus conhecimentos a uma linguagem acessível, fazendo assim com que os objetivos educacionais sejam atingidos.
Entretanto, há um ponto muito relevante ao qual o professor não possui nenhuma maneira de interagir para conseguir algum ponto que lhe seja mais útil. Uma vez mais mencionamos os métodos impostos pelos sistemas sócio-políticos. Quanto a isso, observamos o que Rios afirma:
"A necessidade, concretamente presente no contexto sócio-econômico em que se vive, é, efetivamente, o primeiro motor da ação do educador. Entretanto, é importante lembrar que essa necessidade é histórica, situada, que há possibilidade de se atendera ela de múltiplas maneiras; há, até mesmo, possibilidadede não se atendê-la; e aí está o que faz a necessidade do saber escolar diferente de outras necessidades sociais, e estas das que se encontram no plano da natureza." (RIOS, 1999, p. 61)
Fica evidente que os problemas encontrados na educação passam por uma série de atores e cenários que muitas vezes são deixados de lado para recaírem sobre a culpa apenas do professor e a escola. Em nossas instituições de ensino, de modo geral, os alunos acabam se tornando peças de um depósito humano cuja responsabilidade de transformar tal quadro é somente da escola e não de todos os agentes sociais, familiares e políticos. Cada vez mais fica complicado definir uma possível solução, ou possíveis soluções, para um problema em larga escala que é visto com um ponto focado facilmente apontado.Se uma mudança no quadro educacional se faz necessária, esta deve ser pensada e realizada por todos os grupos inseridos na questão; professor, escola, família e políticos devem se entender para que possam surgir efeitos diretos que supram as necessidades existentes.


http://www.webartigos.com/articles/23696/1/reflexoes-acerca-da-pratica-pedagogica/pagina1.html

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

A afetividade e auto-estima na relação pedagógica

Num mundo tão competitivo como o da nossa atualidade, as escolas preparam seus alunos para o mercado de trabalho mais não é só para isso. Acredito, como educadora, que em muitos momentos o professor assume o papel de um ente da família de seu aluno tentando suprir de alguma maneira a falta de atenção, carinho e mesmo de cuidados básicos (higiene e alimentação). Penso também que em muitos momentos o professor oferece ao seu aluno aquilo que ele mesmo não tem: autoconfiança, valorização, auto-estima, isso é amor, e toda forma de amor é percebida, ensinada mesmo que sem palavras, num abraço dado pelo professor, num sorriso expressando um incentivo enfim, são conteúdos que não constam na grade curricular das escolas mais que com certeza são ensinados por muitos professores conscientes que dentro da sala de aula se esquecem o quão têm sido desvalorizados, mal remunerados e dão sim, mesmo o que não possuem para aqueles que muitas vezes nada têm.